sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Metade dos pacientes com risco cardíaco não tratado Há uma diferença entre o percentual de pessoas que tomam medicamentos nos países em desenvolvimento e os países ricos

Quase 60% ​​da população mundial sofre de doenças cardíacas e 50% daqueles que sofreram um acidente vascular cerebral não tomar nenhum medicamento para evitar o risco cardíaco, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, e apresentada no o congresso da Sociedade Européia de Cardiologia, realizado em Paris (França). Os pesquisadores indicaram que países de alta renda que não receberam nenhum tratamento foram 11,2% dos pacientes, em comparação com 45,1% dos pacientes em países de renda média superior, 69,3% dos pacientes em média-baixa países de renda e 80,2% dos pacientes em países de baixa renda. Entre as descobertas, detectada uma diferença significativa entre a porcentagem de pessoas recebendo tratamento nos países em desenvolvimento e países ricos. Consequentemente, confirma-se uma subutilização significativa de drogas cardiovasculares em todo o mundo. O estudo, conduzido entre janeiro de 2003 e dezembro de 2009, analisou os casos de 154 mil pacientes adultos entre 35 e 70 anos que tinha um histórico de doença cardíaca ou derrame. O objetivo desta pesquisa é estudar as diferenças de medidas de prevenção secundária entre os países de renda diferentes. No entanto, é um estudo parcial, tendo em conta que não inclui dados de todos os países, mas fez uma seleção de pacientes de 17 países. No entanto, esses estudos "estão a ser utilizados para as autoridades de saúde para tomar nota das deficiências de saúde que existem no mundo, e que todos temos de melhorar o acesso desses medicamentos para toda a população", explica Membro da Sociedade Espanhola de Cardiologia, Dr. Alberto Cordero. Quanto às causas desta discrepância, os pesquisadores acreditam que poderia ser devido a uma série de fatores, incluindo a limitada disponibilidade desses medicamentos em baixa e média renda, dificuldades de transporte ou acesso limitado a serviços médicos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário